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MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo do Irã destacou nesta segunda-feira que a morte do “malvado” senador republicano Lindsey Graham, firme apoiador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e aliado de Israel, “não causa tristeza a nenhuma pessoa livre”, após seu falecimento no sábado, aos 71 anos.
“Nosso povo não fará luto por uma pessoa cuja filosofia de vida era definida pela guerra e pela intimidação e que se orgulhava de ser o maior defensor de um genocídio”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, em referência à ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.
Assim, ele afirmou que “para uma pessoa assim, resta apenas um histórico sombrio na memória das pessoas”. “A morte desse senador malvado não causa dor a nenhuma pessoa livre”, concluiu durante sua coletiva de imprensa, conforme relatado pela agência de notícias iraniana Tasnim.
Graham teria falecido devido a um problema coronariano, mais especificamente uma “dissecção aórtica causada por aterosclerose”, de acordo com um exame preliminar realizado pelo gabinete do médico legista-chefe do Distrito de Columbia, Francisco Diaz, que afirmou que ainda é preciso concluir “todos os exames toxicológicos e microscópicos”.
A morte de Graham, que ocupava o cargo de presidente da Comissão de Orçamento do Senado, representa um choque para a ala neoconservadora do Partido Republicano — o senador havia aparecido em público na sexta-feira durante uma visita à Ucrânia — e resta saber qual será seu impacto na composição da Câmara Alta, onde os republicanos têm uma maioria muito apertada.
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