Publicado 11/03/2026 13:43

O Irã rejeita as novas sanções anunciadas pela UE por considerá-las “ilegais” e “imorais”.

PEQUIM, 11 de fevereiro de 2026 — O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, fala em uma coletiva de imprensa semanal em Teerã, Irã, em 10 de fevereiro de 2026. Baghaei disse na terça-feira que Israel tem sido a principal c
Europa Press/Contacto/Sha Dati

MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) - As autoridades do Irã rejeitaram nesta quarta-feira as novas sanções anunciadas pela União Europeia, após denunciarem que são “ilegais” e “imorais” e respondem à defesa “legítima” que Teerã tem de repelir o ataque lançado pelos Estados Unidos e Israel.

“Esta ação é ilógica, imoral e ilegal: pretende punir o Irã por exercer seu direito inerente à legítima defesa, de acordo com o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas”, indicou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqaei, em uma mensagem nas redes sociais.

O porta-voz insiste que Teerã resiste “à agressão brutal e ilegal dos Estados Unidos e do regime israelense”, enquanto a UE “arma, apoia e capacita” os mesmos “agressores genocidas”. Nesse sentido, Baqaei criticou o que considera uma “cumplicidade ativa” da UE na “violação do direito internacional e em crimes hediondos e atrozes”.

Nesta quarta-feira, os 27 países da UE concordaram, a nível de embaixadores, com novas sanções contra 19 responsáveis e entidades ligadas ao regime iraniano por seu envolvimento em “graves violações” dos direitos humanos, em uma medida para enviar a Teerã a mensagem de que o futuro do país não pode ser construído sobre a repressão.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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