Europa Press/Contacto/Iranian Supreme Leader'S Off
MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã reiteraram nesta segunda-feira que punir os responsáveis pela morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei é um “direito do povo iraniano”, poucos dias após seu enterro em Mashhad, no nordeste do país, após cerca de uma semana de cerimônias fúnebres no Irã e no Iraque.
“Punir aqueles que ordenaram e executaram o atentado contra o líder da Revolução, bem como os demais mártires das duas guerras impostas mais recentes, é um direito do povo iraniano”, afirmou o subsecretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Baqeri, que relembrou as mobilizações populares no Irã durante “mais de 130 noites” exigindo “justiça pelo sangue do imã combatente mártir e dos demais mártires”.
Baqeri enfatizou a ameaça da Guarda Revolucionária Iraniana de que Teerã se vingará pelo assassinato de Jamenei logo no início da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel.
“Devemos agir contra aqueles que ordenaram, executaram ou colaboraram na tentativa de assassinato de nosso querido líder, bem como contra aqueles que atacaram nossos compatriotas”, ressaltou ele em declarações divulgadas pela emissora de televisão pública iraniana, IRIB.
Os restos mortais do líder supremo repousam no mausoléu do Imam Reza, um dos locais mais sagrados para os xiitas e principal centro de peregrinação dos membros dessa vertente do islamismo.
Após sua morte, Khamenei foi sucedido por seu filho Mojtaba Khamenei, que ficou ferido no atentado em que seu pai morreu e que, desde então, não apareceu em público.
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