Publicado 25/05/2026 15:25

O Irã pretende cobrar uma taxa por serviços marítimos e proteção ambiental no Estreito de Ormuz, em vez de um pedágio

Archivo - Arquivo - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei (arquivo)
Iranian Foreign Ministry/ZUMA Pr / DPA - Arquivo

MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -

O governo iraniano descartou a imposição de uma taxa de passagem para navios mercantes no Estreito de Ormuz e agora aposta em uma "taxa" por serviços marítimos e proteção ambiental como solução para o impasse com os Estados Unidos.

“Não vamos aplicar um imposto e não queremos fazê-lo”, explicou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, em entrevista coletiva.

Em contrapartida, “o Irã e Omã aspiram a um protocolo, uma dinâmica que garanta a passagem segura pela via” marítima, um dos principais pontos de atrito com vistas a um possível acordo entre os Estados Unidos e o Irã.

Essa iniciativa é “responsável” e “está em conformidade com o direito internacional e o interesse nacional dos dois países”. No entanto, “esses atos implicam certos custos”, observou ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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