MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã anunciaram nesta sexta-feira a prisão de mais de 45 “mercenários”, acusados de manter laços com os Estados Unidos e Israel no âmbito de operações realizadas em cinco províncias, em meio à ofensiva israelo-americana contra o país asiático.
O Ministério da Inteligência iraniano afirmou que essas pessoas são suspeitas de preparar “operações terroristas” contra as forças de segurança e de planejar a entrega ao “inimigo” de “informações sobre centros militares e instalações sensíveis” com o objetivo de realizar bombardeios contra esses locais.
Assim, detalhou que as operações foram realizadas nas províncias de Golestão, Azerbaijão Ocidental, Kerman, Isfahan e Ilam, ao mesmo tempo em que pediu à população que forneça às autoridades informações sobre “casos suspeitos” para proceder a prisões, conforme informou a rede de televisão pública iraniana, IRIB.
O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhosein Mohseni Ejei, advertiu em várias ocasiões que as pessoas que “colaborarem” com os Estados Unidos e Israel terão seus bens no país confiscados e lembrou que elas também se expõem a serem condenadas à pena de morte.
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