Publicado 05/01/2026 08:09

Irã pede a libertação "imediata" de Maduro após captura dos EUA na Venezuela

Archivo - Arquivo - Bandeira do Irã na capital Teerã (arquivo)
Europa Press/Contacto/Rouzbeh Fouladi - Arquivo

Teerã destaca que o ataque "não pode ser justificado em nenhuma circunstância" e enfatiza que não mudará seus laços com Caracas.

MADRID, 5 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo iraniano pediu nesta segunda-feira a libertação "imediata" do presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado pelos Estados Unidos durante um ataque ao país sul-americano no sábado, e ressaltou que os laços com Caracas não mudarão como resultado dessas ações de Washington.

"Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, deve ser libertado imediata e incondicionalmente", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, que novamente condenou o ataque dos EUA, descrevendo-o como uma "ação perigosa que viola o direito fundamental da soberania nacional".

Ele enfatizou que a ofensiva dos EUA "não pode ser justificada sob nenhuma circunstância" e alertou sobre o risco de uma "descida ao caos e à anarquia" no sistema internacional se não houver nenhuma ação contra esse tipo de comportamento, de acordo com a agência de notícias iraniana Mehr.

Baqaei enfatizou que promover o discurso da "paz por meio da força" significa "criar um mundo sem lei", ao mesmo tempo em que insistiu que "o caminho perigoso aberto pelos Estados Unidos na Venezuela poderia afetar todos os estados, minando os pilares da ordem internacional".

Por outro lado, ele disse que a posição do Irã "não depende de indivíduos, mas de pessoas", e insistiu que "as relações com a Venezuela e outros países são sempre baseadas em respeito mútuo, independência e interesses comuns". "Esse continuará a ser o caso no futuro", acrescentou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado