MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) - O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, pediu que se evitem “ações provocativas” diante da votação prevista para esta sexta-feira no Conselho de Segurança da ONU sobre a situação no Estreito de Ormuz, e alertou que os Estados Unidos buscam “aumentar a pressão” sobre o país.
“Qualquer ação desse tipo por parte dos agressores e seus apoiadores, inclusive no Conselho de Segurança das Nações Unidas, apenas complicará a situação”, afirmou, antes de insistir que “a aprovação de uma resolução sobre o tráfego no Estreito de Ormuz não resolverá o problema, mas se tornará parte dele”, lamentou em um comunicado.
Assim, indicou que a falta de segurança na zona “é resultado da agressão militar dos Estados Unidos e do regime sionista contra o Irã”. “Atualmente, o tráfego de navios provenientes de países que não participam da agressão militar é realizado através do Estreito de Ormuz com a coordenação das Forças Armadas iranianas”, acrescentou.
Por outro lado, ele ressaltou a importância de o Irã ter seu “direito legítimo de defender sua soberania, sua segurança nacional e sua integridade territorial”, antes de condenar “os ataques agressivos contra sua infraestrutura, como pontes, universidades e centros científicos”.
As autoridades do Irã confirmaram mais de 2.000 mortos pela ofensiva, entre eles figuras de destaque como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.
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