Publicado 10/03/2026 17:55

O Irã nega planos de atacar as forças dos EUA antes da ofensiva surpresa lançada contra seu território.

Archivo - Arquivo - 18 de agosto de 2024, Teerã, Irã: ABBAS ARAGHCHI, indicado pelo Irã para o Ministério das Relações Exteriores, discursa em uma sessão do parlamento durante a investigação das qualificações dos ministros propostos pelo presidente irania
Europa Press/Contacto/Icana News Agency - Arquivo

Acusa Washington de divulgar informações falsas para “manipular” os mercados financeiros MADRID 10 mar. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, negou nesta terça-feira que seu país tenha planejado ataques contra as forças americanas e considerou que essas acusações apenas pretendem “justificar” a ofensiva surpresa lançada há onze dias pelos Estados Unidos e Israel contra Teerã, que respondeu atacando território israelense e interesses de Washington em países do Golfo Pérsico.

“A afirmação de que o Irã planejava atacar os Estados Unidos ou as forças americanas, seja de forma preventiva ou antecipada, é uma mentira absoluta e descarada”, afirmou ele nas redes sociais.

O chefe da diplomacia iraniana apontou na mesma mensagem que “o único propósito dessa mentira é justificar a Operação Erro Épico”, renomeando assim a chamada Operação Fúria Épica, que descreveu como “uma aventura fracassada projetada por Israel e paga pelos americanos comuns”.

Pouco antes, Araqchi denunciou nas redes sociais que Washington está divulgando informações falsas “para manipular os mercados”. “Isso não os protegerá do tsunami inflacionário que impuseram aos americanos”, acrescentou, antes de garantir que “os mercados enfrentam o maior déficit da história: maior do que o embargo árabe ao petróleo (1973), a Revolução Islâmica do Irã (1979) e a invasão do Kuwait (pelo Iraque, em 1990) juntos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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