Publicado 28/08/2026 05:40

O Irã nega a existência de um plano para assassinar um filho de Trump e acusa Netanyahu de “divulgar notícias falsas”

Arquivo - 20 de janeiro de 2025, Washington, Distrito de Columbia, EUA: Barron Trump participa da cerimônia de posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, na Rotunda do Capitólio dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. REUTERS/Kevin Lamarque/Pool
Europa Press/Contacto/KEVIN LAMARQUE

MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Irã negaram que tenham um plano para assassinar Barron Trump, filho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e acusaram o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de “divulgar notícias falsas” a esse respeito para pressionar o presidente dos Estados Unidos e forçá-lo a tomar novas medidas contra Teerã.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou em entrevista concedida à emissora de televisão libanesa Al Manar que “a conspiração contra o filho de Trump é obra de Netanyahu”. “Netanyahu causou pânico em Trump e afetou sua tomada de decisões ao divulgar notícias falsas sobre ‘um plano iraniano’ para assassiná-lo”, argumentou.

Assim, Rezaei enfatizou que as informações teriam desestabilizado o presidente dos Estados Unidos e reiterou que o Irã não tem tais planos. “Se tomássemos uma decisão (nesse sentido), nada nos impediria de levá-la adiante, mas essas notícias são apenas notícias promovidas por Netanyahu”, concluiu.

As declarações vindas de Teerã surgiram depois que o Serviço Secreto dos Estados Unidos afirmou estar ciente de um vídeo transmitido pela emissora de televisão pública iraniana, IRIB, no qual aparentemente se fazia uma ameaça de morte a Barron Trump, o filho mais novo do presidente norte-americano.

“O Serviço Secreto dos Estados Unidos está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser percebida como uma ameaça contra as pessoas sob nossa proteção”, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Nate Herring, em declarações à CNN. “Por motivos de segurança operacional, não comentamos assuntos de inteligência relacionados à proteção”, concluiu.

O vídeo em questão, com cerca de três minutos de duração, começa com uma mensagem em inglês que dizia: “Onde matar Barron Trump?”, seguida de imagens de locais onde o filho do presidente dos Estados Unidos costuma passar o tempo, entre eles a Trump Tower, na cidade de Nova York.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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