Europa Press/Contacto/Foad Ashtari
MADRID 3 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo do Irã rejeitou nesta quarta-feira as acusações dos Estados Unidos sobre os supostos planos de Teerã de assassinar altos funcionários do país norte-americano, incluindo o presidente Donald Trump, e afirmou que “o ladrão pensa que todos são como ele”.
“Fingir ser uma vítima não pode branquear os crimes brutais de guerra e contra a humanidade cometidos contra a nação do Irã”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, em uma mensagem publicada nas redes sociais.
Baqaei também anexou declarações feitas na terça-feira pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, perante uma comissão do Congresso, na qual ele afirmou que vários “agentes iranianos” haviam sido detidos e que “planejavam o assassinato de líderes políticos americanos, incluindo o presidente dos Estados Unidos”.
Os Estados Unidos e o Irã estão envolvidos em negociações mediadas pelo Paquistão para tentar chegar a um acordo de paz que ponha fim ao conflito no Oriente Médio, iniciado em 28 de fevereiro devido a uma ofensiva surpresa lançada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã, na qual foram assassinados o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e vários altos cargos do país asiático.
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