Iranian Foreign Ministry/ZUMA Pr / DPA - Arquivo
MADRID 2 out. (EUROPA PRESS) -
O governo iraniano condenou a interceptação pelo exército israelense das embarcações da Flotilha Global Sumud quando se aproximavam da Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária, o que foi denunciado como um "ato terrorista".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, "condenou veementemente o novo ataque do regime israelense" à flotilha e a detenção de sua tripulação, que ele elogiou por sua "ação humanitária em apoio ao povo oprimido da Palestina".
Em uma declaração emitida por meio de seu canal Telegram, ele considerou as ações do executivo israelense como uma "clara violação" do direito internacional e juntou-se ao governo turco ao descrevê-las como um "ato terrorista".
O porta-voz aproveitou a oportunidade para reiterar sua denúncia da "limpeza étnica contínua e da matança de pessoas inocentes" na Faixa de Gaza, enfatizando a "responsabilidade legal, moral e humanitária de todos os governos de interromper o genocídio dos palestinos" e exigir que os perpetradores sejam levados à justiça, e pediu à comunidade internacional que aja "urgentemente" nesse sentido.
A Global Sumud Flotilla (GSF) denunciou nas primeiras horas da manhã de quinta-feira as "interceptações israelenses ilegais" de treze de seus navios, enquanto outros trinta continuam a navegar a 46 milhas náuticas da Faixa de Gaza com o objetivo de romper o bloqueio do enclave e entregar ajuda humanitária.
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