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MADRID 1 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas confirmaram a morte do comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e do secretário do Conselho de Defesa Nacional e assessor do aiatolá, o almirante Ali Shamkhani, nos ataques conjuntos lançados de surpresa neste sábado por Israel e Estados Unidos, que também tiraram a vida do líder supremo Ali Khamenei.
Israel já havia antecipado no sábado a morte de Pakpour, após afirmar que havia eliminado vários altos comandantes iranianos, entre os quais também estaria o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadé, este último ainda não confirmado pelo país persa.
Por outro lado, Shamkhani foi nomeado recentemente — em 6 de fevereiro — secretário do Conselho de Defesa Nacional, um órgão de segurança criado após os ataques de Israel e dos Estados Unidos em junho de 2025 com o objetivo de melhorar e centralizar as capacidades das Forças Armadas iranianas.
O também ex-ministro da Defesa (1997-2005) assumiu então um papel mais relevante na estrutura do regime iraniano. As primeiras missões atribuídas ao Conselho de Defesa Nacional foram “revisar os planos de defesa” nacional e “melhorar as capacidades das Forças Armadas” iranianas por meio de um processo de “centralização”.
As autoridades israelenses informaram anteriormente que na operação centenas de aviões realizaram um “ataque surpresa” contra dois locais onde estavam reunidos os principais responsáveis pelo aparato de segurança iraniano. Os Estados Unidos e Israel lançaram neste sábado uma ofensiva surpresa com centenas de bombardeios contra “locais que representavam uma ameaça iminente”, com foco no setor militar e nuclear. Washington declarou que o objetivo da ofensiva é “desmantelar o aparato de segurança do regime”, que resultou na morte do líder supremo da república islâmica, o aiatolá Alí Jamenei.
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