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MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã executaram nesta quarta-feira um homem condenado por espionagem e “cooperação de inteligência” com o Mossad de Israel, em meio ao aumento das execuções por essas acusações, na sequência da última ofensiva lançada em fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático.
O homem, identificado como Ehsan Afareshté, foi enforcado logo no início do dia, após o Supremo Tribunal iraniano ter ratificado a sentença, imposta contra ele por ter entrado em contato com agentes do Mossad e ter chegado a “receber treinamento em espionagem no Nepal”.
De acordo com informações coletadas pela emissora pública iraniana, IRIB, Afareshté manteve contato com agentes do Mossad por meio de plataformas de mensagens e e-mail, operando sob o pseudônimo de “James”, sem que as autoridades israelenses tenham se pronunciado sobre as acusações.
A execução ocorreu apenas dois dias após a execução de um homem condenado por atividades de espionagem em favor do Mossad e da CIA, os serviços de inteligência de Israel e dos Estados Unidos, respectivamente.
O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhosein Mohseni Ejei, enfatizou que “aqueles que cooperaram com o inimigo devem enfrentar medidas decisivas”, em linha com seus apelos para acelerar os processos abertos contra esses suspeitos após a referida ofensiva, lançada de surpresa em meio às negociações entre Teerã e Washington para alcançar um novo acordo nuclear.
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