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MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas elevaram para 142 o número de feridos em decorrência dos últimos ataques perpetrados pelos Estados Unidos entre 31 de agosto e 2 de setembro contra o país, os quais, por sua vez, causaram a morte de pelo menos 18 pessoas.
Isso foi confirmado pelo porta-voz do Ministério da Saúde, Hosein Kermanpur, em uma postagem nas redes sociais, na qual ele precisou que 61 delas eram mulheres e 44 menores de idade.
“Por trás de cada número, há uma pessoa e uma família”, afirmou o porta-voz em relação aos últimos ataques aéreos perpetrados pelo Exército dos Estados Unidos contra a República Islâmica.
Esse número de feridos se soma aos 18 mortos anunciados anteriormente pelas autoridades iranianas, após os últimos bombardeios americanos, que também causaram danos a uma cerimônia de casamento na cidade de Kohstak, no sul do país, resultando na morte de quatro convidados.
Da mesma forma, as autoridades do Cuzestão lamentaram que outras sete pessoas tenham falecido durante uma série de ataques contra vários pontos da província, sem fornecer detalhes sobre suas identidades ou sobre os locais atacados pelas tropas dos Estados Unidos.
Por sua vez, a Guarda Revolucionária do Irã confirmou a morte de quatro de seus membros em “um ataque do regime brutal e terrorista dos Estados Unidos” contra Kermanshah (noroeste), além de três membros do grupo paramilitar Basij na ilha de Lavan, localizada no Golfo Pérsico.
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