Monika Skolimowska/dpa - Arquivo
MADRID 7 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas disseram nesta quinta-feira que o homem executado no dia anterior por espionagem para o Mossad, o serviço de inteligência estrangeira de Israel, foi identificado como Rouzbeh Vadi e trabalhava como "cientista nuclear".
Vadi havia sido condenado por espionagem e colaboração com os serviços secretos israelenses depois que foram encontradas evidências de que ele havia se encontrado com vários agentes do governo israelense na capital austríaca, Viena.
O próprio acusado confessou ter colaborado com Israel, de acordo com a rede de televisão iraniana IRIB, que transmitiu um vídeo no qual Vadi pode ser visto admitindo que enviou informações sobre as instalações nucleares de Fordo e Natanz. Eles me pediram para enviar tudo", disse ele.
"O movimento de material nuclear dentro e fora dessas instalações é muito importante para o Irã", disse ele, referindo-se ao enriquecimento de urânio.
O Centro de Mídia Judicial do Irã confirmou na quarta-feira que o réu havia sido enforcado após ser condenado pelos crimes de espionagem e colaboração com Israel.
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