Europa Press/Contacto/Ircs
MADRID 17 jun. (EUROPA PRESS) -
O Ministério das Relações Exteriores do Irã acusou Israel de atacar o Hospital dos Mártires de Tajrish, nos arredores de Teerã, no dia anterior, matando 17 pessoas, incluindo uma mulher grávida e vários menores de idade, e ferindo outras 46, no que denunciou como um crime de guerra.
"O míssil do regime israelense atingiu bem próximo ao hospital, do outro lado da rua, após um sinal vermelho, pedestres e carros, matando 17 pessoas e ferindo outras 46. Isso constitui um crime de guerra no sentido mais estrito da palavra", disse Esmaeil Baqaei, porta-voz da pasta diplomática, em sua conta na rede social X.
Na mesma mensagem, ele lamentou que "um menino inocente de três anos tenha se afogado devido a um cano de água estourado na área e a uma inundação", enquanto as mortes incluíram uma mulher grávida e um adolescente de 16 anos.
Baqaei, que fez essas declarações após uma visita ao complexo médico "para cumprimentar os feridos" pelo ataque, disse que entre os sobreviventes havia "um veterano de guerra em coma, um jovem cabeleireiro que aguardava uma cirurgia pulmonar (...) e um refugiado afegão ferido nas duas mãos".
Horas antes, o porta-voz relatou outro ataque israelense a um hospital no oeste do país, que causou grandes danos ao prédio, embora não tenha confirmado nenhuma vítima.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático