Publicado 21/01/2026 15:24

O Irã confirma a morte de mais de 3.000 pessoas nos protestos, mas atribui-as a "incidentes terroristas".

20 de janeiro de 2026, Florença, Itália: Manifestação pela liberdade e democracia no Irã, promovida pela ANPI, ARCI e Amnistia Internacional. Florença, Itália, 20 de janeiro de 2026
Europa Press/Contacto/Aleandro Biagianti

MADRID 21 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades iranianas confirmaram nesta quarta-feira a morte de mais de 3.000 pessoas nos protestos antigovernamentais das últimas semanas, apesar de Teerã atribuir isso a “incidentes terroristas”, em vez da repressão de suas forças de segurança.

A Fundação de Assuntos dos Mártires e Veteranos informou que um total de 3.117 pessoas “alcançaram a graça do martírio”, especificando que 2.427 delas são civis e forças de segurança. No entanto, não forneceu detalhes sobre a identidade dos quase 700 restantes, de acordo com um comunicado divulgado pela rede de televisão pública iraniana, IRIB.

A fundação governamental forneceu assim o primeiro balanço oficial das vítimas mortais destas manifestações, apesar de os últimos números fornecidos por organizações de direitos humanos apontarem para mais de 4.500 mortos confirmados, enquanto estão a verificar outras 9.000 mortes, em meio ao apagão das telecomunicações.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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