MADRID 24 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas confirmaram nesta terça-feira o fim de suas operações contra Israel em resposta à ofensiva lançada em 13 de junho pelo exército israelense e enfatizaram que suas ações militares forçaram o governo israelense a aceitar um cessar-fogo, ao mesmo tempo em que rejeitaram as acusações israelenses sobre o suposto lançamento de mísseis após a entrada em vigor do cessar-fogo.
O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã enfatizou em uma declaração que a resposta do Irã "forçou o inimigo a confessar a derrota e a aprovar a cessação unilateral dos ataques", ao mesmo tempo em que elogiou a "coragem exemplar diante de qualquer ato de hostilidade" por parte das Forças Armadas e da Guarda Revolucionária.
Ele também destacou "a extraordinária vigilância, a ação apropriada, a resistência e a solidariedade do povo iraniano" e enfatizou que as forças do Irã permanecem alertas e "prontas para dar uma resposta firme a qualquer novo ato de agressão", conforme relatado pela Press TV do Irã.
Por sua vez, o Estado-Maior das Forças Armadas rejeitou as acusações de Israel de lançamentos de mísseis contra seu território, de acordo com a agência de notícias Tasnim, depois que o exército israelense afirmou ter detectado esses lançamentos pouco mais de uma hora depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a entrada em vigor de um cessar-fogo.
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