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MADRID 27 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã voltaram a denunciar o ataque lançado pela Ucrânia neste sábado contra um cargueiro iraniano no Mar Cáspio, que causou a morte de um marinheiro, classificando-o como uma “aventura perigosa” e reiterando que “não ficará impune”.
Em entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baqaei, enfatizou que o governo ucraniano deve prestar contas por sua “ação ilegal e injustificada”. Em sua opinião, a ação violou a Carta das Nações Unidas e constitui uma “aventura perigosa”.
Baqaei ressaltou que esse comportamento “não ficará impune”, segundo informa a emissora estatal IRIB, e, por isso, antecipou uma resposta de Teerã que, no entanto, não especificou.
Neste domingo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, criticou duramente o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, alertando que o ataque “não ficará sem resposta” antes de denunciar o líder ucraniano, a quem chamou de “aproveitador”, por agir a serviço de Israel para “arrastar a Europa” para a guerra contra o Irã.
“Zelenski atacou um navio mercante iraniano, matando um marinheiro. Uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, perpetrada a pedido de Israel para arrastar a Europa para sua guerra”, destacou Araqchi em uma mensagem contundente publicada nas redes sociais.
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