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MADRID, 4 abr. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou neste sábado que empregou “um novo sistema de defesa avançado” para destruir um drone MQ-1 Predator de fabricação norte-americana, elevando para 160 o número de drones norte-americanos e israelenses que destruiu desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, agora no início de uma nova etapa com o início, segundo afirmam os iranianos, de operações de “emboscada” contra caças “de quinta geração e drones avançados” de ambos os países.
“O drone das forças terroristas sionistas-americanas” foi abatido no espaço aéreo da província de Isfahan por meio do “novo sistema de defesa avançado da CGRI, sob o controle da rede integrada de defesa aérea do país”.
O comandante do Comando Geral Conjunto da Defesa Aérea do Irã, o general Alireza Elhami, afirmou que “mais de 160 drones MQ-9, Hermes, Lucas e de outros tipos do inimigo sionista-americano, bem como dezenas de mísseis de cruzeiro" foram abatidos pelos sistemas iranianos e aproveitou para anunciar o início de uma operação de emboscadas contra os "caças de quinta geração e drones inimigos avançados", em referência aos dois F-35 norte-americanos que, segundo o Irã, foram destruídos nas últimas 48 horas.
"O ataque, os danos e o abate de vários caças inimigos avançados de quarta e quinta geração pelas unidades de defesa do Exército e da Guarda Revolucionária Islâmica foram o resultado de táticas e do uso de novos equipamentos e inovações nos sistemas de defesa, o que gerou confusão no inimigo", indicou o comandante em uma declaração divulgada pela agência semioficial Tasnim, ligada à Guarda.
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