Publicado 11/04/2026 10:49

O Irã anuncia que obrigou um contratorpedeiro dos EUA, que se aproximava do Estreito de Ormuz, a recuar

Fontes militares dos EUA confirmam uma breve operação na zona em exercício da "liberdade internacional de navegação"

Archivo - Arquivo - 1º de março de 2026, USS Frank E. Petersen Jr., Estados Unidos: O contratorpedeiro de mísseis guiados da classe Arleigh Burke da Marinha dos Estados Unidos, USS Frank E. Petersen Jr., lança um míssil de ataque terrestre Tomahawk em apo
Europa Press/Contacto/U.S Navy/U.S. Navy - Arquivo

MADRID, 11 abr. (EUROPA PRESS) -

O governo iraniano anunciou que o Exército do país obrigou um contratorpedeiro dos Estados Unidos, que se aproximava do estreito de Ormuz, sob controle de Teerã, a dar meia-volta, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciava o início iminente de uma operação de “remoção de minas” na zona.

Os acontecimentos se precipitaram nas últimas horas de um dia crucial, pois neste momento estão reunidas em Islamabad, capital do Paquistão, duas delegações de alto nível dos Estados Unidos e do Irã para tentar consolidar o delicado cessar-fogo em vigor após um mês de guerra, desde que os Estados Unidos e Israel atacaram a capital iraniana, Teerã, no passado dia 28 de fevereiro.

Fontes americanas confirmaram ao site Axios que, de fato, navios de guerra transitaram “pelo Estreito de Ormuz em direção ao Mar Arábico antes de retornarem ao Golfo Pérsico”, no que descreveram como uma “operação de liberdade de navegação em águas internacionais”.

Por outro lado, em declarações à rede de televisão Jabar Network, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano anunciou um caso de uma “possível violação do cessar-fogo” em vigor entre os Estados Unidos e o Irã, “evitada pela resposta e advertência imediatas do aparato diplomático e pela firme advertência das forças armadas”.

A agência semioficial Fars informou, citando fontes próprias, que, de fato, o porta-voz se referia ao caso de um contratorpedeiro norte-americano que se deslocava do porto de Fujaira, nos Emirados Árabes Unidos, em direção ao estreito de Ormuz, o que provocou “uma reação imediata das forças armadas”.

No momento em que o contratorpedeiro foi avistado, o Irã deu um ultimato de 30 minutos para que ele abandonasse imediatamente as águas; caso contrário, não só seria atacado, mas as conversas de paz em Islamabad — segundo fontes diplomáticas iranianas à mediação paquistanesa — seriam “afetadas”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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