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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas anunciaram na madrugada desta quarta-feira que, durante duas semanas, será possível a passagem “segura” pelo estratégico estreito de Ormuz, embora “mediante coordenação” com as Forças Armadas do país asiático, minutos depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prorrogado por esse mesmo período seu ultimato contra a República Islâmica.
“Durante um período de duas semanas, será possível a passagem segura pelo estreito de Ormuz mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e levando devidamente em conta as limitações técnicas”, anunciou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, em um comunicado divulgado através de suas redes sociais, em nome do Conselho Supremo de Segurança Nacional do país.
No mesmo tom adotado pelo presidente dos Estados Unidos, Teerã apresentou sua decisão de que “se cessarem os ataques contra o Irã”, suas “poderosas Forças Armadas porão fim às suas operações defensivas” na região, como uma “resposta ao pedido fraterno do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif", que solicitou nesta mesma terça-feira ao presidente dos Estados Unidos que prorrogasse por duas semanas seu ultimato.
Nessa mesma linha, o presidente paquistanês instou Teerã a reabrir, pelo mesmo período, o estreito de Ormuz, que permanecia bloqueado como retaliação à ofensiva lançada por Washington e Israel contra o país asiático no último dia 28 de fevereiro.
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