Europa Press/Contacto/Leco Viana - Arquivo
MADRID 31 mar. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Revolucionária iraniana ameaçou nesta terça-feira realizar ataques contra instalações de quase vinte grandes empresas, muitas delas do setor de tecnologia, incluindo Microsoft, Apple, Google, Meta, Boeing e Tesla, ao completar um mês da ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
"Dado que o elemento principal na concepção e no acompanhamento dos objetivos terroristas são as empresas americanas de TI (Tecnologias da Informação) e IA (Inteligência Artificial), e estas estão respondendo a tais operações terroristas, a partir de agora as principais instituições envolvidas em operações terroristas serão nossos alvos legítimos", declarou o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI) em um comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana Tasnim.
O corpo justificou o anúncio alegando que as empresas afetadas “ignoraram (suas) repetidas advertências sobre a necessidade de interromper as operações terroristas, e hoje tanto vocês quanto seus aliados israelenses causaram a morte de vários cidadãos iranianos”.
Assim, serão consideradas alvos legítimos por Teerã 18 empresas, além das já citadas: Cisco, HP, Intel, Oracle, IBM, DEL, Plantier, Nvidia, J.P. Morgan, GE, Spire Solution e G42.
“Aconselhamos os funcionários dessas instituições a abandonarem imediatamente seus locais de trabalho para salvar suas vidas. Os residentes nas imediações dessas empresas terroristas em todos os países da região também devem abandonar suas instalações em um raio de um quilômetro e dirigir-se a um local seguro", acrescentou.
As autoridades do Irã confirmaram, até o momento, mais de 2.000 mortos pela ofensiva desencadeada pelos Estados Unidos e Israel no final de fevereiro, entre eles figuras de destaque como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático