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MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã afirmaram nesta segunda-feira que o líder supremo do país, o aiatolá Mojtaba Jamenei, sofreu apenas ferimentos “superficiais” durante os ataques perpetrados no final de fevereiro, no âmbito da ofensiva desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o país.
O porta-voz do Ministério da Saúde, Hosein Kermanpour, indicou em declarações à agência de notícias ILNA que o aiatolá, de 56 anos e que ainda não era líder supremo quando ocorreu o ataque, foi internado em um hospital junto com outros feridos naquele dia 28 de fevereiro, por volta das 13h (hora local).
“Além de ferimentos superficiais no rosto, na cabeça e nas pernas, que não causaram nenhuma amputação nem problema médico mais grave, nada mais aconteceu”, esclareceu o porta-voz, apesar de Jamenei não ter aparecido em público desde que foi nomeado líder supremo no último dia 8 de março, o que gerou comentários e rumores sobre seu estado de saúde.
Kermanpour afirmou que, de sua perspectiva como médico, “o que aconteceu com ele não pode ser considerado algo grave”. “Os ferimentos não exigiram procedimentos especiais além de alguns pontos”, explicou, acrescentando que Jamenei, que estava jejuando por causa do Ramadã, se recusou a quebrar o jejum até o iftar (a refeição noturna com a qual se quebra o jejum diário durante o feriado).
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