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MADRID 21 out. (EUROPA PRESS) -
As forças armadas russas lançaram mais de 3.000 drones contra alvos na Ucrânia até agora em outubro, em uma tendência de aumento que, de acordo com os serviços de inteligência britânicos, começou assim que terminou a pausa diplomática em agosto, quando os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, se encontraram no Alasca.
Em agosto, as forças russas usaram cerca de 4.100 veículos aéreos não tripulados, mas em setembro o número subiu para 5.500, de acordo com um relatório divulgado na terça-feira pelo Ministério da Defesa do Reino Unido. Os especialistas acreditam que Putin "tentou demonstrar uma suposta disposição" para o diálogo, que agora está distante.
Em setembro, a Rússia também lançou quatro ataques de grande escala, incluindo um em 7 de setembro, que mobilizou mais de 800 aeronaves, a maioria drones, em uma tentativa de "complicar" as capacidades de interceptação dos sistemas de defesa aérea ucranianos.
Em termos de alvos, a "prioridade" é, mais uma vez, a infraestrutura de energia, "como aconteceu no início do conflito", explicou a inteligência britânica, voltando aos invernos anteriores. Somente em outubro, já foram realizados quatro grandes bombardeios contra essa infraestrutura.
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