Publicado 05/08/2026 19:23

O Instituto de Medicina Legal de Ceuta recebe os corpos de 80 pessoas que faleceram durante a crise migratória

Um homem recolhe um par de chinelos da água, em 31 de julho de 2026, em Ceuta (Espanha). A cidade autônoma de Ceuta acordou com muitas pessoas que continuavam entrando de Marrocos logo no início desta manhã, após uma madrugada em que a af
Jesús Torres - Europa Press

CEUTA 6 ago. (EUROPA PRESS) -

O Instituto de Medicina Legal (IML) de Ceuta recebeu os corpos de 80 pessoas que morreram no mar ao tentarem cruzar a fronteira para Ceuta.

O Centro de Integração de Dados (CID) informou que os médicos legistas realizaram um total de 79 autópsias, já que a remoção do último dos corpos encontrados ocorreu no final da tarde desta quarta-feira.

A Delegação do Governo em Ceuta elevou, na terça-feira, para 75 o número de migrantes que morreram ao tentar cruzar para Ceuta vindos do Marrocos. No entanto, o serviço marítimo da Guarda Civil não interrompeu o trabalho de busca por todas as vítimas.

Por sua vez, o CID informou que a remoção de dois dos corpos recebidos pelo Instituto de Medicina Legal ocorreu nos dias 29 e 30 de julho, pouco antes da entrada em massa de migrantes vindos do Marrocos.

DUAS PESSOAS IDENTIFICADAS

Por outro lado, os médicos legistas e o serviço de Criminalística da Guarda Civil também coletaram amostras biológicas e impressões digitais de todos os corpos encontrados no mar.

Após a realização da autópsia, o Serviço de Criminalística da Guarda Civil envia as impressões digitais digitalizadas para identificação. Também são coletadas amostras biológicas para que possam ser comparadas com as de familiares.

Entre os corpos encontrados, duas pessoas foram identificadas por meio de impressões digitais, uma vez que estavam registradas na Espanha. Além disso, outras seis vítimas fatais aguardam identificação por métodos biológicos — comparação direta do DNA com o de familiares.

De qualquer forma, o Tribunal precisa confirmar a identidade dessas pessoas, tenham elas sido identificadas por impressões digitais ou por métodos biológicos. Para identificar os demais, os dados das impressões digitais deverão ser enviados ao Marrocos para possível reconhecimento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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