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MADRID 11 maio (EUROPA PRESS) -
A funcionária que processou Sara Netanyahu, esposa do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, recebeu nesta segunda-feira uma indenização de milhares de shekels após chegar a um acordo para retirar a ação na qual alegava que Sara a havia humilhado e jogado nela tomates e azeitonas de uma salada que ela havia preparado.
A funcionária havia apresentado uma ação judicial perante um tribunal de Jerusalém, dirigida tanto contra o Estado quanto contra a agência que a havia contratado para desempenhar o trabalho em questão. Agora, será justamente a agência que pagará o valor acordado à mulher, cuja identidade permanece anônima, segundo informações coletadas pelo jornal “The Times of Israel”.
Conforme explicou a própria funcionária, em certa ocasião ela serviu o café da manhã a Sara e Benjamin Netanyahu. Por não estar “satisfeita” com o que lhe foi servido, a esposa de Netanyahu jogou o conteúdo da salada nela.
A ação em questão relatava esse tipo de “humilhações” e apontava para o “desprezo” sofrido pela funcionária em diversas ocasiões durante os dois anos em que trabalhou no gabinete do primeiro-ministro.
Assim, a funcionária explicou que, em um desses episódios, a própria Sara Netanyahu gritou com ela na frente do primeiro-ministro e a acusou de “tentar prejudicar o casal”. Os documentos aos quais o referido jornal teve acesso apontam para uma indenização vultosa.
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