Europa Press/Contacto/Nasser Ishtayeh
MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
As Forças de Defesa de Israel (IDF) lançaram uma extensa operação militar na cidade de Nablus, no centro da Cisjordânia, como parte de sua operação antiterrorista lançada em janeiro passado sob o nome de "Muro de Ferro".
No final da terça-feira, as forças militares israelenses prenderam dois suspeitos de terrorismo e confiscaram várias armas e munições. Em particular, um dos presos foi Mahmoud Bana, membro do grupo armado The Lion's Guard, que estava portando uma arma no momento de sua prisão.
Bana é acusado de envolvimento em tentativas de ataques com armas e dispositivos explosivos contra as forças de segurança israelenses na Cisjordânia. Durante sua prisão, ele tentou fugir e levou um tiro na perna, segundo o The Times of Israel.
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) se manifestou contra essa extensão das operações antiterroristas israelenses para a cidade de Nablus e denunciou em uma declaração que isso "representa uma nova escalada na agressão contínua" contra a população palestina.
De acordo com o grupo islâmico, as operações israelenses se concentraram, no momento, no campo de refugiados de Balata, nos arredores da cidade, e expressou confiança de que o povo palestino "mais uma vez frustrará as tentativas do inimigo de atacar a incubadora popular de resistência na Cisjordânia".
"Convocamos nosso povo na Cisjordânia a lançar um amplo levante popular, a permanecer unido contra a ocupação e a fortalecer o espírito de solidariedade, apoio e suporte para as áreas sob agressão da ocupação", reiterou o Hamas, de acordo com 'Philastin'.
Por fim, o grupo islâmico elogiou os "heróicos jovens do campo de refugiados de Balata que enfrentaram corajosamente as forças de ocupação e defenderam seu campo".
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