MADRID 20 jun. (EUROPA PRESS) -
O exército israelense anunciou neste domingo a morte de "um comandante" da milícia xiita Hezbollah em um novo bombardeio no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo acordado entre as partes em novembro de 2024, sem que o grupo ou as autoridades libanesas tenham feito qualquer declaração sobre o assunto.
Ele disse que um drone havia matado Muhamad Khazar al-Huseini, descrito como "um comandante do setor Litani do Hezbollah", em um bombardeio em Sabariha. "Durante a guerra, o terrorista liderou linhas de fogo contra Nahariya, Haifa e outras cidades do país", disse.
"Recentemente, o terrorista estava tentando reabilitar as forças de artilharia da organização terrorista Hezbollah, ações que violam flagrantemente os acordos entre Israel e o Líbano", disse o comunicado, referindo-se ao cessar-fogo.
Israel justifica esses ataques argumentando que está agindo contra as atividades do Hezbollah e, portanto, não viola o cessar-fogo acordado em novembro, embora tanto Beirute quanto o grupo tenham criticado essas ações, que também foram condenadas pelas Nações Unidas.
O pacto, firmado depois de meses de combates após os ataques de 7 de outubro de 2023, estipulava que tanto Israel quanto o Hezbollah deveriam retirar suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o exército israelense manteve cinco postos no território do país vizinho, o que também foi criticado pelas autoridades libanesas e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse posicionamento.
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