Publicado 18/08/2025 06:00

Hungria acusa a Ucrânia de cortar o fornecimento de petróleo russo

23 de julho de 2025, Nova York, Nova York, EUA: PETER SZIJJARTO, Ministro das Relações Exteriores da Hungria, ouve através de um fone de ouvido durante uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a situação em Gaza, realizada na sede da O
Europa Press/Contacto/Bianca Otero

MADRID 18 ago. (EUROPA PRESS) -

O governo húngaro denunciou que um bombardeio ucraniano causou um corte no fornecimento de petróleo russo. "Este último ataque à nossa segurança energética é terrível e inaceitável", disse o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó.

O diplomata húngaro explicou que já havia entrado em contato com o vice-ministro russo da Energia, Pavel Sorokin, que lhe garantiu que o trabalho estava em andamento para restaurar uma subestação elétrica que era "essencial" para a operação do oleoduto.

"Eles não sabem quando poderão retomar o fornecimento", explicou Szijjártó em uma mensagem nas redes sociais na qual atacou diretamente a Ucrânia, um país que ele queria "lembrar" que também depende da eletricidade derivada da Hungria.

De acordo com Szijjártó, tanto Kiev quanto Bruxelas estão "tentando arrastar a Hungria para a guerra na Ucrânia" há mais de três anos, um objetivo no qual ele enquadra esses ataques a alvos de infraestrutura de energia.

"Deixe-me esclarecer: essa não é a nossa guerra. Não temos nada a ver com ela e, enquanto estivermos no comando, a Hungria não se envolverá", disse ele, em consonância com a posição defendida durante esse período pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, um dos poucos líderes europeus que não rompeu os laços com a Rússia apesar da invasão da Ucrânia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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