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MADRID 18 ago. (EUROPA PRESS) -
O governo húngaro denunciou que um bombardeio ucraniano causou um corte no fornecimento de petróleo russo. "Este último ataque à nossa segurança energética é terrível e inaceitável", disse o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó.
O diplomata húngaro explicou que já havia entrado em contato com o vice-ministro russo da Energia, Pavel Sorokin, que lhe garantiu que o trabalho estava em andamento para restaurar uma subestação elétrica que era "essencial" para a operação do oleoduto.
"Eles não sabem quando poderão retomar o fornecimento", explicou Szijjártó em uma mensagem nas redes sociais na qual atacou diretamente a Ucrânia, um país que ele queria "lembrar" que também depende da eletricidade derivada da Hungria.
De acordo com Szijjártó, tanto Kiev quanto Bruxelas estão "tentando arrastar a Hungria para a guerra na Ucrânia" há mais de três anos, um objetivo no qual ele enquadra esses ataques a alvos de infraestrutura de energia.
"Deixe-me esclarecer: essa não é a nossa guerra. Não temos nada a ver com ela e, enquanto estivermos no comando, a Hungria não se envolverá", disse ele, em consonância com a posição defendida durante esse período pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, um dos poucos líderes europeus que não rompeu os laços com a Rússia apesar da invasão da Ucrânia.
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