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MADRID, 22 jun. (EUROPA PRESS) -
A insurgência Houthi no Iêmen, um aliado próximo do Irã, condenou sem reservas o ataque "bárbaro, imprudente e flagrante" lançado na manhã de hoje pelos Estados Unidos contra as instalações nucleares da República Islâmica e lembrou sua advertência emitida no último sábado, na qual prometeu retomar suas operações contra as posições das forças navais norte-americanas no Mar Vermelho se Washington interviesse diretamente contra o Irã, como acabou acontecendo.
As autoridades Houthi denunciam o ataque dos EUA como "uma declaração direta de guerra contra o fraterno povo iraniano"; bombardeios que revelam "a face feia da América, caracterizada por sua arrogância e tirania", bem como seu "desprezo absoluto pela lei internacional e pela Carta das Nações Unidas".
"Isso também reafirma", acrescentam os houthis, "que os Estados Unidos são os principais promotores do terrorismo sionista", referindo-se a Israel, "com quem trabalham lado a lado para subjugar as nações árabes e islâmicas em um estado de fraqueza e dependência".
Na declaração, publicada na agência de notícias Saba, os houthis reafirmam o compromisso anunciado no sábado de "atacar navios de guerra dos EUA no Mar Vermelho como medida para proteger a nação e salvaguardar a segurança regional", depois de reiterar seu forte apoio à causa palestina na guerra de Gaza, um dos principais precedentes para o conflito que eclodiu há nove dias entre Irã e Israel.
Por fim, os houthis pedem que todas as nações árabes e islâmicas "estejam à altura da ocasião neste momento crítico" para rejeitar "a agressão israelense-americana contra o Irã e a Palestina e se opor a qualquer dominação ou exploração estrangeira da região e de seu povo".
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