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MADRI 24 maio (EUROPA PRESS) - As autoridades de Hong Kong anunciaram que expandirão seu programa de matrículas em universidades para atender aos estudantes afetados pela guerra aberta entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e as universidades americanas.
O episódio mais recente ocorreu na quinta-feira, quando o governo Trump ordenou a suspensão das matrículas de estudantes estrangeiros em Harvard, em uma nova medida para limpar os campi da universidade de qualquer indício de "antissemitismo" e para impedir atos de apoio ao "terrorismo" das milícias palestinas na guerra de Gaza. A universidade solicitou a um tribunal a suspensão da ordem, que foi concedida no meio da tarde de sexta-feira.
Agora, a secretária de educação de Hong Kong, Christine Choi, pediu a todas as universidades da cidade que "recebam estudantes extraordinários de todo o mundo".
"Para os estudantes internacionais afetados pela política de admissão dos EUA, a Secretaria de Educação (EDB) fez um apelo a todas as universidades de Hong Kong para que facilitem a admissão de estudantes qualificados", disse Choi em um comunicado divulgado pela Hong Kong Free Press.
Choi acrescentou que as universidades locais estavam implementando medidas governamentais, como a flexibilização do limite de estudantes estrangeiros, para atrair mais estudantes, como a Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, que fez "ofertas incondicionais" para garantir que "o talento dos estudantes possa se desenvolver sem interrupções".
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