Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) - O Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional de Honduras anunciou nesta quarta-feira sua decisão de se retirar do chamado Grupo de Haia, que promove ações contra a ofensiva de Israel em Gaza, com o objetivo de exercer uma política externa “soberana, autônoma e equilibrada”.
Com essa decisão, que tem “efeito” a partir da data de hoje, o governo hondurenho busca “evitar se associar” a blocos “cujas dinâmicas possam comprometer a independência de critério” que, segundo garantiu o governo em um comunicado, “deve caracterizar” sua ação externa, conforme expressou o ministério em um comunicado divulgado nas redes sociais.
“Honduras reafirma seu compromisso irrestrito com o Direito Internacional, o Direito Internacional Humanitário, a proteção da população civil em qualquer contexto de conflito armado e o pleno respeito aos direitos humanos”, assegurou o governo centro-americano, reiterando seu apoio ao “multilateralismo, à solução pacífica de controvérsias e à promoção de uma paz justa e duradoura no Oriente Médio”.
Esta decisão foi saudada pela embaixada de Israel em Tegucigalpa, que, assegurando que o Grupo de Haia foi constituído “sob uma orientação ideológica extrema”, valorizou o fato de o país apostar numa política externa “baseada no respeito ao direito internacional, no diálogo construtivo e no fortalecimento das relações bilaterais com países aliados”.
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