Publicado 13/06/2025 06:23

O homem preso por onze agressões sexuais atacou uma das vítimas duas vezes em anos diferentes.

A investigação identifica um padrão criminológico "claro" e aponta a análise das amostras de DNA coletadas como "decisiva".

Imagem das costas do detento acusado de cometer onze agressões sexuais contra mulheres em Elda e Petrer.
POLICÍA NACIONAL

ALICANTE, 13 jun. (EUROPA PRESS) -

O homem de 42 anos preso acusado de ter cometido onze agressões sexuais contra mulheres entre 2017 e 2025 em Elda e Petrer (Alicante) supostamente atacou uma das vítimas duas vezes em anos diferentes. Todas elas têm entre 18 e 52 anos.

O homem preso será entregue nas próximas horas ao Tribunal de Instrução de Elda, conforme informado pela Polícia Nacional na manhã desta sexta-feira em um comunicado.

O homem foi finalmente identificado e preso em Petrer durante uma operação na qual foi realizada uma entrada e uma busca em sua casa. Em sua casa foram encontrados elementos que supostamente o vinculam a essas agressões sexuais e, segundo a polícia, foi "decisiva" a análise das amostras de DNA que foram coletadas ao longo da investigação e "permitiram confirmar seu suposto envolvimento nos fatos".

As investigações da Polícia Nacional começaram em 2017, depois de várias denúncias de agressão sexual que mostravam um "modus operandi" semelhante e a mesma descrição do agressor. As agressões continuaram em momentos diferentes nos anos seguintes.

Especificamente, a primeira delas aparentemente ocorreu em um campo aberto em Petrer e a última em maio de 2025. Em todos os casos, o agressor supostamente abordou as vítimas por trás, à noite ou nas primeiras horas da manhã e em ambientes próximos às casas das vítimas.

Para esclarecer os fatos, que estavam gerando "grande alarme social" nos municípios de Elda e Petrer, de acordo com a Polícia Nacional, foi necessário um "longo processo" devido à "natureza intermitente dos ataques, às escassas informações iniciais disponíveis e à falta de provas conclusivas durante os primeiros anos".

"PADRÃO CLARO" E "ELEMENTOS PROBATÓRIOS".

As investigações do inquérito conseguiram identificar um "padrão criminológico claro" e obter os "elementos probatórios necessários" em uma das últimas agressões, "graças aos quais foi possível apontar o suposto autor".

Durante a investigação, eles conseguiram limitar as ações do suposto autor do crime a uma área específica perto de sua casa. Para isso, foram utilizadas técnicas avançadas de reconstrução de eventos e identificação pessoal, com a colaboração da Seção de Análise de Comportamento ligada à Unidade Central de Inteligência Criminal do Comissariado Geral da Polícia Judiciária da Polícia Nacional, que forneceu "dados-chave" sobre o comportamento do suposto agressor.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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