Monika Skolimowska/dpa - Arquivo
MADRID 2 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã informaram nesta quinta-feira que um homem foi executado no país após ser condenado por “colaborar com Israel” no contexto dos intensos protestos ocorridos em janeiro, que resultaram em mais de 3.000 mortos.
O homem foi identificado como Amir Hosein Hatami e foi enforcado nesta manhã por cometer atos que prejudicam a segurança nacional em nome do regime sionista e dos Estados Unidos", informou o Mizan, um portal de notícias ligado ao sistema judiciário iraniano.
Em um comunicado, o Poder Judiciário especificou que entre os atos cometidos pelo acusado estavam a invasão ilegal de um “centro militar” com o objetivo de “apropriar-se de armamento para armazenamento”, atos realizados durante a onda de protestos contra o governo.
O governo do Irã estimou em mais de 3.000 o número de mortos, incluindo centenas de civis e membros das forças de segurança atacados por “terroristas” no contexto dos protestos, enquanto a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, elevou para mais de 7.000 o número de mortos, em sua maioria manifestantes.
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