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MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -
Um cidadão norte-americano de cerca de 20 anos foi acusado nesta terça-feira em Israel por, supostamente, ter mantido “contato com um agente estrangeiro” e por “atentar contra a segurança do Estado”, após meses realizando supostas “missões para agências de inteligência iranianas”.
“A Polícia do Distrito de Jerusalém e o Serviço Geral de Segurança concluíram a investigação contra um cidadão estrangeiro suspeito de contato com um agente estrangeiro e de realizar missões para agências de inteligência iranianas”, anunciou a assessoria de imprensa da Polícia israelense em um comunicado.
No comunicado, a polícia detalhou que o homem em questão, “um cidadão norte-americano, de aproximadamente 20 anos, foi preso em 9 de junho de 2026 sob suspeita de contato com um agente estrangeiro e de atentar contra a segurança do Estado”, uma prisão realizada “após indicações de órgãos de segurança internacionais”.
A investigação, conduzida pelas autoridades “sob ordem de confidencialidade”, teria revelado que, “nos últimos meses, o suspeito esteve em contato com agentes das agências de inteligência iranianas”.
Mais especificamente, a Polícia informou que o agora acusado, cuja prisão “foi prorrogada várias vezes nos tribunais, de acordo com as necessidades da investigação”, “realizou diversas tarefas, entre elas documentar e fotografar locais estratégicos”. “Em troca da realização dessas tarefas, ele recebeu entre dezenas e centenas de dólares por cada uma”, acrescenta o comunicado.
À luz dos fatos, o Ministério Público apresentou nesta mesma terça-feira um ato de acusação contra o suspeito, pelo que é de se esperar que a imputação formal das acusações contra ele ocorra nos próximos dias.
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