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MADRID 10 mar. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal da península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014, condenou nesta segunda-feira um homem a 17 anos de prisão sob a acusação de tentar assassinar um oficial do exército russo por ordem dos serviços de inteligência ucranianos em meio a uma invasão do território.
O Tribunal Militar do Distrito Sul disse em um comunicado que o homem de 30 anos era um residente da cidade de Sevastopol, na Crimeia, disse o Serviço Federal de Segurança da Rússia em um comunicado.
O jovem foi considerado culpado de alta traição, tentativa de ataque terrorista e posse ilegal de armas. Ele também foi condenado por armazenar e transportar dispositivos explosivos. Nesse sentido, ele terá que passar os primeiros três anos de sua sentença em uma colônia penal de segurança máxima.
Além disso, o tribunal aplicou-lhe uma multa de 300.000 rublos (cerca de 3.150 euros), concluindo que o homem, sob as instruções dos serviços especiais ucranianos, fabricou um dispositivo explosivo improvisado pesando cerca de 630 gramas com um detonador elétrico, um transmissor e um receptor.
"Usando esse dispositivo explosivo, o homem planejou explodir um militar na entrada de sua residência. Para isso, ele colocou o explosivo em um cano de gás perto da porta da frente", disse o tribunal, especificando que foi então que ele foi preso por agentes da inteligência russa.
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