Publicado 22/04/2026 03:39

Homem condenado por "espionagem" a favor do Mossad de Israel foi executado no Irã

Archivo - Arquivo - Bandeira do Irã
Monika Skolimowska/dpa - Arquivo

MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Irã executaram nesta quarta-feira um homem condenado por “espionagem” a favor dos serviços de inteligência de Israel, o Mossad, aos quais ele teria fornecido informações descritas como “confidenciais”, em meio ao aumento das execuções por essas acusações nas últimas semanas.

O homem, identificado como Mehdi Farid, foi enforcado em uma prisão após ser condenado por manter “uma colaboração extensa com o serviço terrorista de espionagem Mossad”, uma vez que o veredicto foi ratificado pela Suprema Corte.

O executado teria ocupado um cargo em uma unidade de defesa civil, função que utilizou para coletar e transmitir informações aos serviços de inteligência de Israel, conforme informou a rede de televisão pública iraniana, IRIB.

O anúncio foi feito um dia depois de o Irã ter executado um homem por manter laços com o Mossad e pelo incêndio criminoso de uma mesquita durante os protestos que eclodiram no final de dezembro de 2025 devido à crise econômica.

Além disso, na segunda-feira foram executadas outras duas pessoas condenadas por colaboração com o Mossad e por planejar ataques no país asiático, após terem recebido “treinamento em operações terroristas” na região semiautônoma do Curdistão iraquiano.

O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhosein Mohseni Ejei, reiterou na semana passada que “aqueles que cooperaram com o inimigo devem enfrentar medidas decisivas”, em linha com seus apelos para acelerar os processos abertos contra esses suspeitos.

Ejei solicitou em várias ocasiões penas severas contra os responsáveis por atividades de espionagem e apoio aos Estados Unidos e a Israel durante a ofensiva lançada por esses países em 28 de fevereiro. Atualmente, está em vigor um cessar-fogo de duas semanas, acordado em 8 de abril e prorrogado na terça-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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