Ilia Yefimovich/dpa - Arquivo
MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades israelenses acusaram um homem que vive em uma aldeia beduína no deserto de Negev de posse ilegal de armas e identificação com o grupo jihadista Estado Islâmico, em nome do qual ele supostamente postou conteúdo extremista nas mídias sociais e incitou atos de terrorismo.
A polícia israelense disse em um comunicado publicado em sua conta na rede social X que o suspeito, residente em Lakiya e identificado como Islam al-Sana'a, estava por trás de "infrações de segurança", antes de acrescentar que ele foi preso "há várias semanas" por ações "inspiradas por uma organização terrorista".
"Durante a investigação, seu apoio ao Estado Islâmico e sua responsabilidade pela disseminação do conteúdo e da ideologia extremista da organização vieram à tona", enfatizou, antes de destacar que ele publicou "muito conteúdo extremista" relacionado ao grupo jihadista por meio de suas contas nas redes sociais.
A esse respeito, ele também especificou que o detento possuía armas ilegalmente e acrescentou que ele havia entregado um fuzil de assalto M16 às autoridades, pelo qual foi acusado de "incitação ao terrorismo", "apoio a um grupo terrorista" e "posse ilegal de armas".
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