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MADRID 6 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iranianas executaram no sábado um homem ligado a ataques contra as forças de segurança durante os protestos organizados em 2022 após a morte da jovem Mahsa Amini, que morreu sob custódia após ser presa por usar o véu islâmico de forma incorreta.
O homem condenado, identificado como Mehran Bahramian, foi julgado por participar do ataque a um veículo da polícia na cidade de Semirom, localizada na região de Isfahan. O incidente resultou na morte de um policial e em vários outros feridos, informa o portal de notícias jurídicas Miznan.
Bahramian foi inicialmente condenado por um tribunal em Isfahan e agora a Suprema Corte reafirmou a sentença, razão pela qual as autoridades procederam à sua execução no sábado, de acordo com o Miznan.
O escritório de direitos humanos da ONU denunciou no final de agosto que o Irã já havia executado mais de 840 pessoas este ano, incluindo 110 somente em julho. Para a ONU, essa é "uma ferramenta de intimidação" a serviço do regime dos aiatolás.
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