Europa Press/Contacto/Marwan Naamani
MADRID 16 fev. (EUROPA PRESS) -
O Hezbollah, partido da milícia xiita, garantiu que não teve nada a ver com o ataque de sexta-feira contra um comboio da missão de paz da ONU no Líbano, UNIFIL, como parte de uma onda de protestos organizados pelo movimento contra a proibição de voos que aterrissam em Beirute vindos do Irã, o grande aliado da organização libanesa.
"O que aconteceu com a UNIFIL é inaceitável e não tivemos nada a ver com o que aconteceu", disse o chefe do aparato de segurança interna do Hezbollah, Wafiq Safa, ao canal de televisão pró-Hezbollah Al Mayadeen, que condenou a proibição de pousos como um gesto de submissão do novo governo libanês aos Estados Unidos e a Israel.
Pouco tempo depois, o movimento emitiu outra declaração "enfatizando sua rejeição categórica a qualquer ataque à UNIFIL ou a qualquer dano à propriedade pública ou privada" após a agitação durante os protestos.
O vice-comandante cessante da UNIFIL, o general nepalês Chok Bahadur Dhakal, ficou ferido no ataque ao comboio, mas sua vida não corre perigo.
Os protestos terminaram no último sábado, após uma grande manifestação na antiga estrada do aeroporto de Beirute, em meio a esforços diplomáticos do Irã e do Líbano para retomar os pousos.
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