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MADRID 25 ago. (EUROPA PRESS) -
O Hezbollah, partido miliciano libanês, e o partido xiita Amal convocaram um protesto para quarta-feira em Beirute, capital do Líbano, contra o plano de desarmamento do governo, que aceitou a proposta das autoridades norte-americanas no início de agosto.
Eles convocaram "trabalhadores, produtores e sindicalistas a se reunirem às 17h30 (horário local) na praça Riyadh al Solh", conforme indicado em uma declaração conjunta relatada pelo canal Al Manar.
A declaração dizia: "Com isso, queremos condenar as decisões do governo, que contradizem o supremo interesse nacional", e pedia o desarmamento que permitiria ao país "não perder sua dignidade". "Queremos reafirmar o direito do Líbano de preservar sua soberania e o direito de seu povo de resistir e defender sua terra da ocupação israelense", enfatizaram.
Nesse sentido, eles enfatizaram que "a resistência é sagrada e as armas usadas para defender a pátria e proteger o país das pressões externas são honrosas". "Temos sido pacientes diante dos desafios, mas chegou a hora de expressar nossa posição", disseram.
"Agora temos um encontro marcado com a nação para expressar nossa rejeição a essa forma de submissão e derrota, para defender os pontos fortes do Líbano e sua soberania. Isso é para reafirmar nosso direito de portar armas (...) e nosso direito de resistir", disse ele.
O texto pede que a quarta-feira seja um "dia importante na história" do Líbano e sua "luta" contra "qualquer submissão".
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