Publicado 05/09/2026 10:33

O Hezbollah afirma que a libertação dos detidos não justifica “fechar os olhos” aos contínuos ataques de Israel

Archivo - Arquivo - Um homem caminha por uma rua em Tiro, no Líbano, após um ataque realizado pelo Exército de Israel (arquivo)
Marwan Naamani/ZUMA Press Wire/d / DPA - Arquivo

MADRID 5 set. (EUROPA PRESS) -

O partido miliciano xiita Hezbollah criticou neste sábado que a libertação de cinco detidos no sul do Líbano por parte de Israel, no âmbito das negociações com Beirute, não justifica “fechar os olhos diante da contínua agressão, ocupação e assassinatos”, em uma nova declaração contrária às negociações.

“A libertação de alguns prisioneiros libaneses, por mais importante que seja, não pode servir de pretexto para fechar os olhos à contínua agressão, ocupação e assassinatos, nem como justificativa para seguir por um caminho que já demonstrou seu fracasso e incapacidade de proteger o Líbano e seu povo”, afirmou a milícia libanesa em uma mensagem divulgada pelo canal Al Manar.

Dessa forma, voltou a criticar duramente o presidente, Joseph Aoun, por sua estratégia de iniciar negociações com Tel Aviv, que mantém o sul do país ocupado, enfatizando que as autoridades são “incapazes de assumir suas responsabilidades” e “sua vergonhosa insistência em continuar com suas decisões equivocadas”.

O Hezbollah destacou que Israel está intensificando sua “agressão” contra o Líbano “em meio a um silêncio internacional absoluto” e com a “flagrante cumplicidade” de Washington. Reiterando sua tese de que a operação militar israelense visa “pressionar e chantagear as autoridades libanesas para que implementem agendas cujos objetivos são amplamente conhecidos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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