Diego Radamés - Europa Press
MADRID 5 out. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde oferecerá assistência médica aos 21 espanhóis da Flotilha Global Sumud que aterrissaram neste domingo no aeroporto Adolfo Suárez de Madri-Barajas, a fim de avaliar qualquer possível dano que "possam ter sofrido" em Israel.
"O Governo espanhol, a partir do Ministério da Saúde, trouxe uma equipe médica para poder dar-lhes a assistência médica que desejarem e para poder avaliar qualquer tipo de dano que possam ter sofrido", disse a ministra da Saúde, Mónica García, em declarações ao canal '24 Horas', noticiadas pela Europa Press, explicando que haverá equipe médica em Barajas para realizar uma avaliação inicial voluntária.
Perguntada sobre como ela avalia a resposta do Executivo em relação à situação da flotilha em Israel, a ministra respondeu que está ciente de que tanto o Ministério das Relações Exteriores quanto o consulado em Tel Aviv "têm trabalhado o máximo possível para garantir que esses ativistas, que estão sendo mantidos ilegalmente, estejam aqui hoje".
"Viemos dar a eles todo o nosso carinho, todo o nosso apoio, para dizer-lhes que não estão sozinhos, que tiveram o apoio de toda a cidadania, preocupada com eles, e que para nós foi um gesto de coragem", disse ela.
Também questionada sobre quando os 28 espanhóis restantes que ainda estão em Israel chegarão à Espanha, García disse que, até onde ela sabe, "nos próximos dias o restante chegará" e que o governo está fazendo "todo o possível" para que "eles cheguem o mais rápido possível" e para "romper esse bloqueio e esse genocídio", embora "até agora" eles não saibam de "nada".
"Esperamos que o restante das pessoas que foram sequestradas pelo Estado de Israel continue chegando. Agradecemos a todos os ativistas e a todos os cidadãos que saíram às ruas para dizer não ao genocídio, não à impunidade e não à violação da justiça internacional", disse ele.
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