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MADRID 28 set. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) criticou neste sábado as autoridades israelenses no primeiro aniversário da morte do ex-chefe da milícia xiita libanesa Hezbollah, Hassan Nasrallah, e condenou sua morte como um "crime de assassinato" por parte de Israel, ao mesmo tempo em que advertiu que a resistência regional "não será quebrada".
O Hamas disse que o "assassinato" de Nasrallah e de "outros mártires" em 2024 foi perpetrado pelo governo israelense "em uma tentativa de dissuadir a resistência libanesa de continuar seu apoio à Palestina".
No entanto, longe de "quebrar sua vontade" ou "extinguir suas chamas", as ações de Israel apenas "fortaleceram e reforçaram sua determinação de continuar seu caminho rumo à libertação", acrescentou o movimento, conforme relatado pelo diário palestino 'Filastin', que é ligado ao Hamas.
O grupo palestino aproveitou a oportunidade para reafirmar sua "total solidariedade" com o Líbano diante dos contínuos ataques israelenses e pediu aos "países árabes e islâmicos" que apoiem Beirute nessa "fase delicada", marcada por "repetidas conspirações e ataques sionistas", a fim de consolidar uma "posição árabe" unificada "em apoio às causas justas da nação".
O Ministério das Relações Exteriores da França anunciou em 28 de setembro de 2024 (sábado) a morte do secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, morto em um bombardeio israelense em Beirute, no Líbano, cuja situação foi descrita como "extremamente grave" na ocasião.
Horas depois, as forças armadas israelenses confirmaram a morte do político libanês no contexto de intensos bombardeios lançados durante a tarde e a noite do dia anterior (sexta-feira) nos subúrbios do sul de Beirute, reduto da organização.
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