Publicado 13/03/2026 10:01

O Hamas elogia a Holanda e a Islândia por se juntarem à denúncia contra Israel perante a CIJ

Archivo - Arquivo - Imagem de Gaza.
OMAR ASHTAWY \ APAIMAGES - Arquivo

O grupo apela a "todos os países" para que apoiem os processos perante a CIJ e o TPI contra Israel por seu "genocídio" em Gaza MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) -

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) aplaudiu nesta sexta-feira a decisão da Holanda e da Islândia de se juntarem à denúncia apresentada pela África do Sul perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ) contra Israel por genocídio em relação à ofensiva lançada contra a Faixa de Gaza após os ataques perpetrados por grupos armados palestinos em outubro de 2023.

“Aplaudimos a decisão oficial da Holanda e da Islândia de se juntarem à ação movida perante a CIJ contra a entidade criminosa sionista por cometer um genocídio contra o povo palestino na Faixa de Gaza”, afirmou o grupo islâmico palestino.

Assim, ele ressaltou que “trata-se de um reforço do princípio da justiça internacional e dos valores da humanidade e do Direito Internacional”, antes de reiterar a importância de que “todos os países apoiem os processos apresentados perante a CIJ e o Tribunal Penal Internacional (TPI)” contra Israel.

O Hamas afirmou que é necessário que “os criminosos de guerra entre seus líderes não escapem da punição pelos horríveis crimes e violações cometidos contra o povo palestino” em Gaza, conforme noticiado pelo jornal palestino ‘Filastin’.

A CIJ confirmou na quinta-feira que a Holanda e a Islândia apresentaram seus pedidos a esse respeito e que, portanto, aderiram à causa aberta contra Israel, um processo ao qual outros países, entre eles a Espanha, já se uniram nos últimos anos.

A África do Sul apresentou sua ação contra Israel no final de dezembro de 2023, sob a premissa de que poderia estar ocorrendo um “genocídio” na Faixa de Gaza, onde já morreram mais de 72.000 pessoas, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde de Gaza.

Para Israel, por outro lado, trata-se de uma denúncia “infundada”, tese que compartilha com seu principal aliado internacional, os Estados Unidos. Nesse sentido, a defesa israelense acusou a África do Sul de apresentar uma versão “profundamente distorcida” da realidade e justificou a ofensiva em sua essência e forma.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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