Publicado 01/05/2025 07:53

O Hamas diz que a proibição do grupo na Suíça mostra um "preconceito perigoso" em favor de Israel

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo das bandeiras suíças.
VINCENT ISORE / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOTO

MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) criticou nesta quinta-feira a decisão da Suíça de proibir as atividades do grupo islâmico, afirmando que ela mostra "uma perigosa tendência" a favor de Israel e "vai contra suas obrigações legais e humanitárias".

"A decisão da Suíça de proibir o movimento é um preconceito perigoso a favor da ocupação - em referência a Israel - e uma negação de suas obrigações legais e humanitárias", disse o grupo em um comunicado, conforme relatado pelo jornal palestino 'Filastin'.

O grupo disse que "lamenta que a decisão venha de um país historicamente conhecido por sua posição neutra e sua defesa do direito humanitário internacional", antes de enfatizar que "é um preconceito condenável contra o povo palestino, sua causa justa e sua resistência legítima".

A esse respeito, o Hamas lamentou particularmente que a decisão venha "à luz da guerra genocida perpetrada pela entidade sionista na Faixa de Gaza", referindo-se à ofensiva militar lançada contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023.

O governo suíço confirmou na quarta-feira que a proibição do Hamas e de grupos "que servem como sua cobertura" entrará em vigor em 15 de maio como "organizações terroristas". A regulamentação proíbe todas as atividades do grupo e qualquer apoio a ele, e permite que as autoridades imponham proibições de entrada no país e acelerem as deportações.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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