Publicado 13/05/2025 07:48

Hamas diz que "negociações", em vez de ofensiva militar, levaram à libertação de Edan Alexander

Archivo - Arquivo - Membros do braço armado do Hamas, as Brigadas Ezzeldin al-Qassam, durante a libertação de reféns israelenses na Faixa de Gaza (arquivo).
Abed Rahim Khatib/dpa - Arquivo

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) disse nesta terça-feira que a libertação do soldado israelense-americano Edan Alexander foi resultado de "negociações sérias", rejeitando as afirmações do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que vinculou esse fato à "pressão militar" contra a Faixa de Gaza.

"O retorno de Edan Alexander confirma que negociações sérias e um acordo de troca de prisioneiros é a única maneira de conseguir o retorno dos reféns e parar a guerra", disse o grupo em um comunicado, informou o Centro de Informações Palestino.

O grupo enfatizou que "Netanyahu está enganando seu povo e não conseguiu obter o retorno dos prisioneiros por meio da agressão", em referência à ofensiva militar desencadeada contra o enclave palestino após os ataques realizados em 7 de outubro de 2023.

Alexander, de 21 anos, nasceu na cidade americana de Nova Jersey e estava servindo no exército israelense durante os ataques, que foram realizados pelo Hamas e outros grupos armados palestinos e deixaram cerca de 1.200 pessoas mortas e quase 250 sequestradas, de acordo com o balanço oficial fornecido por Israel.

As autoridades israelenses bloquearam a entrada de ajuda na Faixa em 2 de março e romperam o cessar-fogo alcançado em janeiro com o Hamas em 18 de março, reativando sua ofensiva militar contra Gaza, que já deixou mais de 52.900 mortos, de acordo com o último balanço das autoridades de Gaza, controladas pelo grupo islâmico.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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