Europa Press/Contacto/Marwan Dawood
MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -
O departamento das autoridades palestinas para os prisioneiros nas prisões israelenses, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), denunciou nesta segunda-feira as condições em que se encontram os prisioneiros palestinos, que às vezes sofrem "violações" pelas quais as autoridades israelenses devem ser responsabilizadas.
"As práticas da ocupação dentro das prisões ultrapassaram todas as linhas vermelhas, e essas violações, que constituem crimes de guerra, não podem ser ignoradas", disse a assessoria de imprensa do departamento em um comunicado divulgado pelo jornal 'Philastin', ligado ao Hamas.
O Hamas conclamou as autoridades internacionais a "assumirem suas responsabilidades legais e humanitárias" e a abrirem investigações sobre os supostos "crimes" cometidos pelas autoridades israelenses.
"Acompanhamos com grande preocupação os crimes brutais cometidos pela ocupação contra os prisioneiros, que foram claramente evidenciados pelo estado trágico dos libertados no acordo 'Flood of Freedom', já que seus corpos parecem testemunhar anos de tortura sistemática e graves violações", acrescentaram.
O Hamas se referiu ao estado de saúde de algumas das centenas de palestinos libertados sob o acordo de cessar-fogo com Israel, que prevê a troca de prisioneiros por 33 dos reféns sequestrados pelo grupo islâmico durante os ataques de 7 de outubro de 2023.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático