O chefe da diplomacia dos EUA diz que "é uma honra visitar o Muro das Lamentações na capital eterna de Israel".
MADRID, 15 set. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) condenou no domingo a visita do secretário de Estado norte-americano Marco Rubio ao Muro das Lamentações em Jerusalém, chamando-a de "um ataque flagrante" ao complexo da mesquita de Al Aqsa e uma "provocação aos muçulmanos".
"O fato de Marco Rubio e (o primeiro-ministro israelense Benjamin) Netanyahu realizarem rituais talmúdicos no Muro das Lamentações - nome pelo qual se referem ao Muro das Lamentações - é um ataque flagrante (à mesquita de Al Aqsa) e uma provocação aos muçulmanos", disse o movimento em um comunicado divulgado pelo jornal 'Philastin', ligado ao movimento.
O Hamas enfatizou que "Al Buraq (o nome do espaço de oração cercado pelo Muro das Lamentações) é parte integrante da Mesquita de Al Aqsa e permanecerá puramente islâmica, não importa o quanto a ocupação e seus apoiadores tentem mudá-la".
A declaração da milícia palestina foi feita depois que Rubio visitou o local histórico de Jerusalém e rezou com Netanyahu no próprio Muro das Lamentações, depois do que eles percorreram vários túneis na área acompanhados pelo embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee.
A esse respeito, o chefe da diplomacia dos EUA disse que "é uma honra visitar o Muro das Lamentações na capital eterna de Israel, Jerusalém, com Huckabee e Netanyahu".
Por sua vez, o líder israelense disse que "a visita de Rubio é uma prova da durabilidade e da força da aliança israelense-americana, que é tão sólida e duradoura quanto as pedras do Muro das Lamentações".
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